"...o meu linguajar é nato, eu não estou falando grego !"
(zeca pagadinho, filósofo do seculo xxi)
a minha maior provocação é não fazer nada, me fingir de morta, e simplesmente não provocar.
sinto sono, quero dormir, mas já é meio dia, e se eu dormir agora vou me sentir culpada...
eu me pergunto porque eu roubei ontem a taça de champanhe da festa, aliás porque eu roubei duas garrafas de champanhe, bebi as duas e não fui trabalhar hoje. eu percebi que não sinto mais minha assinatura em nada do que eu faço, minha mão tão forte. será que é por que eu mudei meu nome? e pus um h onde não tinha h ? eu tive vontade hoje que voltar a ser anilia, anilinha, sem h. só eu, sem sofisticação. tive vontade de ser rica ( mas todo dia eu tenho), ocorre que me pergunto se quero abandonar essa preguiça e trabalhar loucamente. a gente tem que viver aqui, e fingir que nem se conhece. mas posso optar por não sofrer e ignorar. ignorar prá sempre. não quer ir na psicologa, foda-se. não quer se tratar, se dar bem comigo, ah, foda-se. não é tudo tão ruim assim. só porque ela ganha o triplo que eu não pode me humilhar, nem me afetar. acho que se eu ignorar, afeto mais ela ainda.
deixa eu ir lá, tenho um edital da eletrobrás prá ganhar...
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