Não sei porque são assim os homens de teatro...
Ou só são assim os homens que me relaciono? Eles não sentem dor, ou desistem muito fácil.
o FATO é... que...
Não sei se te quero metade na minha vida.
Metade das tuas roupas, metade dos teus sapatos. Todas as fotografias e todos os nossos espaços.
Todas as suas contas,
meus pedaços...
meus cacos quebrados.
De uma tristeza tão triste que perco a fome e a vontade de tomar banho.
E a real vontade de entender, porque eu não mudo "de vez" você?...
Por que você não é exatinho o que eu quero?
O homem que eu pedi e sonhei?
Por que você não faz exatamente o que eu mandei?...
Não sei onde foi parar teu amor que era tão grande, TÃO GRANDE, TÃO GRANDE...
Ou era de fato só ilusão, acomodação, chateação, cretinisse?...
Ou era só aquela vontade de disse me disse?...
E entro no meu carro, alimento os gatos e lavo a roupa
Numa eficiência solitária, que me espreme o coração, como se um alicate ficasse torcendo
e no meio dele todo esse vazio estranho, que me propõe indecentemente, sofrer na DINAMARCA
ENQUANTO HÁ TEMPO!!
Quero fuga, Quero não pensar mesmo nisso tudo.
Quero perdão, um perdão dos dois lados. Mas o meu lado como o mais certo.
Quero não ver mais você e essa raiva virar saudades.
Quero te esquecer, mas não te quero fora da minha vida.
Quero você comigo, ainda, meu amor.
mas sublime, mas aconchego, mais desculpe.
mais baixo. fala baixo.
Será que você vai passar no teste?
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